Ela pôs-se a escrever. E, de seus olhos saíam lágrimas de felicidade. Enfim, podia ser livre, mesmo escondida, mesmo camuflada. Aquilo, para ela, seria uma espécie de salvação. Não podia sustentar um nome, nem uma origem, porque quebraria o conceito que ela tanto prezava. Enfim, ajetou-se na cadeira, olhou fixamente para a tela e começou.

A única certeza que havia era de que, ali, nascia mais uma obra de arte virtual.
2 comentários:
Dona moça! Aiaiaiaia... kkk Olhe, os olhos pretos numa única certeza do virtual enigmático do olhar...
Muito bom, mesmo, o texto!
Ô muié retada meu Deus! kkk
bjs
O Sibarita
O GRITO, sem dúvida, goste ou não, mexe com a gente.
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